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<title>Mate. Fisica </title>
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<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:44:53 +0100</pubDate>
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<title>Mate. Fisica </title>
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	<title>A saúde brasileira! </title>
	<link>http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/06/06/a-saude-brasileira</link>
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		<description><![CDATA[<p><strong>A inflação da saúde</strong><br />
<em>A ciência encontrou a cura para doenças,<br />
revolucionou a qualidade de vida de pacientes<br />
e aumentou a longevidade da população. Mas está<br />
cada vez mais difícil financiar todos esses avanços </em><br />
O alto custo dos stents (dilatadores de artérias) cardíacos fez sextuplicar o preço de uma angioplastia em apenas sete anos. Há também o gasto crescente com remédios. Na estrutura de custos da UTI do Hospital Albert Einstein, um dos melhores hospitais da América Latina, o que mais subiu nos últimos dez anos foram os medicamentos – 170% de aumento. Outros fatores de mercado insuflaram o encarecimento dos equipamentos. "Em alguns casos, há poucos fornecedores. A falta de concorrência entre os fabricantes impossibilita que os preços caiam para os pacientes", diz o infectologista David Uip, que deixou recentemente a direção do Instituto do Coração (InCor).<br />
Outro ponto é que no Brasil, mas não apenas aqui, o sistema funciona como se não tivesse um dono preocupado com sua racionalidade e eficiência. As despesas sempre são bancadas por um "terceiro pagador". Isso significa que, num primeiro momento, o financiamento não sai diretamente do bolso nem dos pacientes, nem dos hospitais, nem dos médicos. Quem paga a conta do hospital, normalmente, são as seguradoras ou o governo. O problema é que esse modelo conflita com o desejo natural e justo que os pacientes têm de buscar o melhor tratamento, ainda que esse esforço se revele, depois, exagerado.<br />
Nos últimos anos, as seguradoras passaram a pressionar os hospitais a cobrar menos pelos serviços prestados.<br />
Felizmente, essa queda-de-braço entre hospitais, fornecedores e seguradoras só existe porque a medicina progrediu, e o acesso à saúde democratizou-se.<br />
As perspectivas para a medicina são muito animadoras no tocante aos avanços tecnológicos que se vislumbram. Mas o quadro clínico das finanças inspira cuidados e lança indagações desafiadoras:<br />
• Como popularizar tecnologias e medicamentos eficientes, mas cada vez mais caros?<br />
• Se os recursos já são escassos, como ampliar o atendimento para as pessoas que ainda não possuem cobertura?<br />
• Como reduzir os gastos hospitalares sem que haja uma queda na qualidade do atendimento?<br />
A resposta mais simples, fácil e populista é reivindicar mais recursos públicos. Isso é o que se costuma ouvir no Brasil. Entretanto, especialistas em gestão da saúde afirmam que é possível fazer mais com os recursos disponíveis. Em outras palavras, ampliar a produtividade do setor, mesmo diante das pressões inescapáveis decorrentes da absorção tecnológica. Essa é a abordagem mais recente e inovadora para aplacar a explosão dos gastos em saúde. Para que isso ocorra, terá de haver um aprimoramento na maneira com a qual a saúde vem sendo administrada.</p>
<p>Nosso gráfico mostra o crescimento dos gastos com saúde no país.<br />
Podemos observar que as pessoas gastam mais dinheiro comprando aparelhos e remédios do que pagando o plano de saúde escolhido. Existem duas saídas:<br />
1ª. Os planos de saúde poderiam oferecer descontos, reembolsos, remédio grátis e etc.<br />
2ª. O governo poderia oferecer ajuda de verdade.<br />
Somente assim, as coisas melhorariam.</p>
<p>Gente, obrigada por terem vindo, e voltem no próximo bimestre o/<br />
:*
</p>
<p><a href="http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/06/06/a-saude-brasileira#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 03:03:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Força Centrípeta</title>
	<link>http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/04/11/forca-centripeta</link>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Força Centripeta</strong></p>
<p> Quando um corpúsculo de massa m descreve uma trajetória curva plana, em relação a um referencial inercial, tal fato ocorre, necessariamente, sob o concurso de forças. Se R é a resultante de todas as forças agentes no corpúsculo, é cômodo decompor essa resultante em duas componentes uma tangencial, outra normal e estudar separadamente, seus efeitos.  A componente Ft é denominada componente tangencial e a outra, Fn = Fcp componente normal, radial ou centrípeta: </p>
<p><strong><em>R = Ft + Fcp .</em></strong></p>
<p> Decomposição da Resultante<br />
segundo a tangente e a normal</p>
<p> A vantagem dessa decomposição se evidencia quando se pretende justificar as causas das modificações sofridas pela velocidade vetorial V durante o movimento do ponto material.</p>
<p> A componente tangencial (Ft) incumbe-se de justificar a modificação do seu módulo (|V| - valor absoluto da grandeza vetorial), enquanto que a componente centrípeta (Fcp) justifica a alteração da sua direção. O sentido, é sempre aquele associado ao movimento (V tem sempre o mesmo sentido do movimento, em cada ponto da trajetória).</p>
<p> A modificação do módulo da velocidade vetorial no decorrer do tempo dá, como conseqüência cinemática, o conceito da aceleração tangencial (at), cujo módulo (at) se identifica com o valor absoluto da aceleração escalar linear (g), do corpúsculo. </p>
<p> Para essa demonstração é conveniente a introdução do conceito de hodógrafo (clique aqui para ver o conceito de hodógrafo) como é posto nos cursos normais de Física Elementar.</p>
<p> A alteração da direção da velocidade vetorial no decorrer do tempo origina a aceleração normal, radial ou centrípeta (acp), cujo módulo (acp), como se demonstra via curva hodógrafa, depende diretamente do quadrado do módulo da velocidade, no instante considerado, e inversamente, do raio de curvatura da curva (r) na posição ocupada pelo móvel.
</p>
<p><a href="http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/04/11/forca-centripeta#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 02:37:59 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Ooooi' (:</title>
	<link>http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/03/29/ooooi</link>
	<guid>http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/03/29/ooooi</guid>
		<description><![CDATA[<p>Primeiro post o/</p>
<p>  Vamos falar sobre a 1ª Lei de Newton - que apesar de ter esse nome, já era conhecida por Galileu Galilei - . Ela refere-se a uma propriedade da matéria denominada <strong>inércia</strong> ( que vem do latim: <em>inertia</em>, significando 'indolência' ou 'preguiça').<br />
  Galileu já tinha observado em seus experimentos que um corpo, quando em repouso, tende a permanecer assim, e que, quando em movimento, tende a manter sua velocidade constante, em linha reta. Para alterar o  estado de movimento dessa porção de matéria, é necessário que atue sobre ela uma força resultante diferente de zero.<br />
  Newton apenas 'organizou' o estudo dos movimentos. Inserindo o conceito de inércia na <strong>1ª Lei do Movimento</strong>:<br />
<strong>" A inércia, é um poder de resistir, que faz com que todo corpo, estando em um deteminado estado, permaneça nesse estado, seja ele de repouso ou de movimento uniforme, em linha reta."</strong><br />
Ao fazer isso, Newton relacionou o conceito de inércia ao de massa. A massa de um corpo, que ele tinha estabelecido inicialmente como quantidade de matéria, foi redefinida: <strong>Massa é a medida de inércia de um corpo.</strong><br />
  Um corpo de grande massa apresenta maior resistência em altear seu estado de movimento, do que um corpo de pequena massa.<br />
  Se você pegar uma carta de baralho, equilíbra-la sobre o dedo,  colocar uma moeda - quanto mais pesada for a moeda, melhor será - em cima da carta, e logo depois dar um 'peteleco' na carta, a moeda tende a ficar equilibrada sobre o seu dedo. Isso ocorre por causa da inércia, ou seja, a moeda tende a ficar em repouso. Quanto maior a massa da moeda, maior sua inércia.<br />
  Quando o exemplo citado anteriormente é feito com uma carta de plástico, praticamente não há atrito. Não havendo atrito, não há força externa resultante sobre a moeda e a tendência é que ela não altere seu estado, ficando em repouso. Se a experiência fosse realizada com um pedaço de lixa e uma caneta, o atrito iria atuar como força resultante na caneta de forma significativa - alterando seu estado de movimento.</p>
<p>Fiiim :/</p>
<p>té mais :*
</p>
<p><a href="http://mateafisica.nireblog.com/post/2008/03/29/ooooi#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 00:45:48 +0100</pubDate>	</item>
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