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A saúde brasileira!

A inflação da saúde
A ciência encontrou a cura para doenças,
revolucionou a qualidade de vida de pacientes
e aumentou a longevidade da população. Mas está
cada vez mais difícil financiar todos esses avanços

O alto custo dos stents (dilatadores de artérias) cardíacos fez sextuplicar o preço de uma angioplastia em apenas sete anos. Há também o gasto crescente com remédios. Na estrutura de custos da UTI do Hospital Albert Einstein, um dos melhores hospitais da América Latina, o que mais subiu nos últimos dez anos foram os medicamentos – 170% de aumento. Outros fatores de mercado insuflaram o encarecimento dos equipamentos. "Em alguns casos, há poucos fornecedores. A falta de concorrência entre os fabricantes impossibilita que os preços caiam para os pacientes", diz o infectologista David Uip, que deixou recentemente a direção do Instituto do Coração (InCor).
Outro ponto é que no Brasil, mas não apenas aqui, o sistema funciona como se não tivesse um dono preocupado com sua racionalidade e eficiência. As despesas sempre são bancadas por um "terceiro pagador". Isso significa que, num primeiro momento, o financiamento não sai diretamente do bolso nem dos pacientes, nem dos hospitais, nem dos médicos. Quem paga a conta do hospital, normalmente, são as seguradoras ou o governo. O problema é que esse modelo conflita com o desejo natural e justo que os pacientes têm de buscar o melhor tratamento, ainda que esse esforço se revele, depois, exagerado.
Nos últimos anos, as seguradoras passaram a pressionar os hospitais a cobrar menos pelos serviços prestados.
Felizmente, essa queda-de-braço entre hospitais, fornecedores e seguradoras só existe porque a medicina progrediu, e o acesso à saúde democratizou-se.
As perspectivas para a medicina são muito animadoras no tocante aos avanços tecnológicos que se vislumbram. Mas o quadro clínico das finanças inspira cuidados e lança indagações desafiadoras:
• Como popularizar tecnologias e medicamentos eficientes, mas cada vez mais caros?
• Se os recursos já são escassos, como ampliar o atendimento para as pessoas que ainda não possuem cobertura?
• Como reduzir os gastos hospitalares sem que haja uma queda na qualidade do atendimento?
A resposta mais simples, fácil e populista é reivindicar mais recursos públicos. Isso é o que se costuma ouvir no Brasil. Entretanto, especialistas em gestão da saúde afirmam que é possível fazer mais com os recursos disponíveis. Em outras palavras, ampliar a produtividade do setor, mesmo diante das pressões inescapáveis decorrentes da absorção tecnológica. Essa é a abordagem mais recente e inovadora para aplacar a explosão dos gastos em saúde. Para que isso ocorra, terá de haver um aprimoramento na maneira com a qual a saúde vem sendo administrada.

Nosso gráfico mostra o crescimento dos gastos com saúde no país.
Podemos observar que as pessoas gastam mais dinheiro comprando aparelhos e remédios do que pagando o plano de saúde escolhido. Existem duas saídas:
1ª. Os planos de saúde poderiam oferecer descontos, reembolsos, remédio grátis e etc.
2ª. O governo poderia oferecer ajuda de verdade.
Somente assim, as coisas melhorariam.

Gente, obrigada por terem vindo, e voltem no próximo bimestre o/
:*

Força Centrípeta

Força Centripeta

Quando um corpúsculo de massa m descreve uma trajetória curva plana, em relação a um referencial inercial, tal fato ocorre, necessariamente, sob o concurso de forças. Se R é a resultante de todas as forças agentes no corpúsculo, é cômodo decompor essa resultante em duas componentes uma tangencial, outra normal e estudar separadamente, seus efeitos. A componente Ft é denominada componente tangencial e a outra, Fn = Fcp componente normal, radial ou centrípeta:

R = Ft + Fcp .

Decomposição da Resultante
segundo a tangente e a normal

A vantagem dessa decomposição se evidencia quando se pretende justificar as causas das modificações sofridas pela velocidade vetorial V durante o movimento do ponto material.

A componente tangencial (Ft) incumbe-se de justificar a modificação do seu módulo (|V| - valor absoluto da grandeza vetorial), enquanto que a componente centrípeta (Fcp) justifica a alteração da sua direção. O sentido, é sempre aquele associado ao movimento (V tem sempre o mesmo sentido do movimento, em cada ponto da trajetória).

A modificação do módulo da velocidade vetorial no decorrer do tempo dá, como conseqüência cinemática, o conceito da aceleração tangencial (at), cujo módulo (at) se identifica com o valor absoluto da aceleração escalar linear (g), do corpúsculo.

Para essa demonstração é conveniente a introdução do conceito de hodógrafo (clique aqui para ver o conceito de hodógrafo) como é posto nos cursos normais de Física Elementar.

A alteração da direção da velocidade vetorial no decorrer do tempo origina a aceleração normal, radial ou centrípeta (acp), cujo módulo (acp), como se demonstra via curva hodógrafa, depende diretamente do quadrado do módulo da velocidade, no instante considerado, e inversamente, do raio de curvatura da curva (r) na posição ocupada pelo móvel.

Ooooi' (:

Primeiro post o/

Vamos falar sobre a 1ª Lei de Newton - que apesar de ter esse nome, já era conhecida por Galileu Galilei - . Ela refere-se a uma propriedade da matéria denominada inércia ( que vem do latim: inertia, significando 'indolência' ou 'preguiça').
Galileu já tinha observado em seus experimentos que um corpo, quando em repouso, tende a permanecer assim, e que, quando em movimento, tende a manter sua velocidade constante, em linha reta. Para alterar o estado de movimento dessa porção de matéria, é necessário que atue sobre ela uma força resultante diferente de zero.
Newton apenas 'organizou' o estudo dos movimentos. Inserindo o conceito de inércia na 1ª Lei do Movimento:
" A inércia, é um poder de resistir, que faz com que todo corpo, estando em um deteminado estado, permaneça nesse estado, seja ele de repouso ou de movimento uniforme, em linha reta."
Ao fazer isso, Newton relacionou o conceito de inércia ao de massa. A massa de um corpo, que ele tinha estabelecido inicialmente como quantidade de matéria, foi redefinida: Massa é a medida de inércia de um corpo.
Um corpo de grande massa apresenta maior resistência em altear seu estado de movimento, do que um corpo de pequena massa.
Se você pegar uma carta de baralho, equilíbra-la sobre o dedo, colocar uma moeda - quanto mais pesada for a moeda, melhor será - em cima da carta, e logo depois dar um 'peteleco' na carta, a moeda tende a ficar equilibrada sobre o seu dedo. Isso ocorre por causa da inércia, ou seja, a moeda tende a ficar em repouso. Quanto maior a massa da moeda, maior sua inércia.
Quando o exemplo citado anteriormente é feito com uma carta de plástico, praticamente não há atrito. Não havendo atrito, não há força externa resultante sobre a moeda e a tendência é que ela não altere seu estado, ficando em repouso. Se a experiência fosse realizada com um pedaço de lixa e uma caneta, o atrito iria atuar como força resultante na caneta de forma significativa - alterando seu estado de movimento.

Fiiim :/

té mais :*